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Homologação de pistas de pouso vão melhorar atendimento de urgência na Saúde Indígena

Escrito por alexandreb.sousa | | Publicado: Quarta, 11 de Setembro de 2019, 16h19 | Última atualização em Quarta, 11 de Setembro de 2019, 16h35

Secretária Sílvia Waiãpi explicou a necessidade de regularizar as pistas para aprimorar o transporte de pacientes e suprimentos na Amazônia.

A regularização de pistas de pouso na região amazônica foi tema de uma audiência pública na Câmara dos Deputados e a secretária especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Sílvia Waiãpi foi uma das convidadas. A Saúde Indígena utiliza as pistas para retirar pacientes de aldeias de difícil acesso e também para levar equipes de saúde e medicamentos para os indígenas residentes na região amazônica. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), 135 pistas de áreas indígenas estão cadastradas. Destas, no entanto, 112 têm restrições para pousos e decolagens por não terem um Plano Básico de Proteção do Aeródromo que indica condições topográficas da pista para evitar o choque das aeronaves com árvores ou morros. Técnicos da Sesai garantem que há outras 74 pistas nem sequer possuem registro e por isso não estão nos números da Anac.

Na audiência promovida pelas comissões de Viação e Transportes; de Direitos Humanos e Minorias; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, a Secretária Sílvia Waiãpi disse que apesar da obrigação de regularizar as pistas ser da Fundação Nacional do Índio – FUNAI, a Sesai decidiu dar as mãos com a instituição para acelerar a regularização. “O Governo Federal está unido para solucionar os problemas que afetam os povos indígenas.” garantiu Sílvia.

O assessor técnico da Saúde Indígena, Fabrício Farias explanou sobre as atividades já realizadas pela SESAI que garantiram a regularização de pelo menos cinco que estão em processo de homologação e seis em processo de levantamento topográfico. “Nosso objetivo é regularizar pelo menos 30 até o final de 2019” afirmou Fabrício.

Por Murilo Caldas - Nucom/Sesai
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