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CONSULTA PÚBLICA

Ministério da Saúde quer saber sua opinião

Escrito por regina.xeyla | | Publicado: Sexta, 27 de Dezembro de 2019, 14h46 | Última atualização em Segunda, 30 de Dezembro de 2019, 16h45

Até 6 de janeiro, a população pode opinar sobre a oferta do medicamento riociguate para tratamento da hipertensão pulmonar tromboembólica crônica no Sistema Único de Saúde (SUS)

O Ministério da Saúde recebe, até o dia 6 de janeiro, pela internet, contribuições da sociedade em relação à oferta do medicamento riociguate, para tratamento da hipertensão pulmonar tromboembólica crônica (HPTEC), no Sistema Único de Saúde (SUS). A realização da consulta pública é uma das etapas do processo de incorporação ou não de um novo tratamento na rede pública de saúde. Todas as sugestões ou depoimentos enviados pela população e a comunidade científica são analisadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Para enviar contribuições em geral, acesse aqui

Já para as contribuições técnico-científicas, acesse aqui

A hipertensão pulmonar tromboembólica crônica (HPTEC) é causada pela obstrução das artérias por coágulos sanguíneos. Isso aumenta a resistência e dificulta a circulação, provocando aumento da pressão nas artérias que levam o sangue do coração para os pulmões. Consequentemente, o coração tem que fazer um esforço maior para vencer essa resistência, o que a longo prazo pode levar à falência do órgão.

Atualmente, no SUS, o atendimento a pacientes com HPTEC segue o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT). Assim, o tratamento não medicamentoso indicado é a cirurgia de remoção do trombo. Já o medicamentoso é adotado para os casos em que a cirurgia não possa ser realizada ou para aqueles em que há persistência da doença mesmo após o procedimento cirúrgico.

O medicamento riociguate promove a dilatação dos vasos sanguíneos, diminuindo a hipertensão pulmonar. Apesar de haver dados clínicos de que o uso do medicamento traga aumento na qualidade de vida dos pacientes, os estudos trazem evidências de que essa opção terapêutica não aumente a sobrevida. Além disso, não são conhecidos dados sobre os resultados do medicamento a longo prazo.

Por Natália Monteiro, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580 / 3853

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